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Ferreira Dias, J. (2020). “Santo” na cabeça faz gênero?. 1o Seminário Internacional “Religião, A(fé)to e Sensibilidade: Gênero e Religiões de Matriz(es) Africana(s)".
J. B. Dias, "“Santo” na cabeça faz gênero?", in 1o Seminário Internacional “Religião, A(fé)to e Sensibilidade: Gênero e Religiões de Matriz(es) Africana(s)", 2020
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TY - CPAPER TI - “Santo” na cabeça faz gênero? T2 - 1o Seminário Internacional “Religião, A(fé)to e Sensibilidade: Gênero e Religiões de Matriz(es) Africana(s)" AU - Ferreira Dias, J. PY - 2020 UR - https://www.sympla.com.br/1-seminario-internacional-religiao-afeto-e-sensibilidade-genero-e-religioes-de-matriz-africana__923915 AB - A presente comunicação pretende refletir sobre a construção de gênero no Candomblé através do processo de transe e iniciação religiosa, partindo da forma como no espaço cultural conhecida por Yorùbá se constrói (ou não) o gênero, a fim de entender a transformação ocorrida por via da transnacionalização religiosa em meio ao comércio negreiro. Em 1947 Ruth Landes publicava A Cidade das Mulheres, defendendo que somente as mulheres estão aptas para o transe ritual, sendo que o transe masculino seria “blasfemo”. Mas será que essa narrativa corresponde à totalidade da concepção de gênero presente ao Candomblé, ou é apenas uma esquina da realidade? E porque se faz Oxum e Yemanjá na cabeça de homem, mas não Obá e Nanã? ER -
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