Comunicação em evento científico
“Santo” na cabeça faz gênero?
João Ferreira Dias (Ferreira Dias, J.);
Título Evento
1o Seminário Internacional “Religião, A(fé)to e Sensibilidade: Gênero e Religiões de Matriz(es) Africana(s)"
Ano (publicação definitiva)
2020
Língua
Português
País
Brasil
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Abstract/Resumo
A presente comunicação pretende refletir sobre a construção de gênero no Candomblé através do processo de transe e iniciação religiosa, partindo da forma como no espaço cultural conhecida por Yorùbá se constrói (ou não) o gênero, a fim de entender a transformação ocorrida por via da transnacionalização religiosa em meio ao comércio negreiro. Em 1947 Ruth Landes publicava A Cidade das Mulheres, defendendo que somente as mulheres estão aptas para o transe ritual, sendo que o transe masculino seria “blasfemo”. Mas será que essa narrativa corresponde à totalidade da concepção de gênero presente ao Candomblé, ou é apenas uma esquina da realidade? E porque se faz Oxum e Yemanjá na cabeça de homem, mas não Obá e Nanã?
Agradecimentos/Acknowledgements
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Palavras-chave
Género,Candomblé