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Resende, R. & Parece, S. (2024). Desafios do carbono Incorporado e da avaliação de ciclo de vida nos edifícios. In Joana Mourão, Nadir Bonaccorso (Ed.), Guia de formação em arquitetura bioclimática e eficiência energética dos Açores. (pp. 46-55). Ponta Delgada: Ordem dos Arquitectos – Secção Regional dos Açores.
J. R. Resende and S. M. Parece, "Desafios do carbono Incorporado e da avaliação de ciclo de vida nos edifícios", in Guia de formação em arquitetura bioclimática e eficiência energética dos Açores, Joana Mourão, Nadir Bonaccorso, Ed., Ponta Delgada, Ordem dos Arquitectos – Secção Regional dos Açores, 2024, pp. 46-55
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TY - CHAP TI - Desafios do carbono Incorporado e da avaliação de ciclo de vida nos edifícios T2 - Guia de formação em arquitetura bioclimática e eficiência energética dos Açores AU - Resende, R. AU - Parece, S. PY - 2024 SP - 46-55 CY - Ponta Delgada UR - https://ordemdosarquitectos.org/backend/uploads/Guia_de_Formacao_em_Arquitetura_Bioclimatica_e_Eficiencia_Energetica_nos_Acores_VF_18ae6a4098.pdf AB - O Ambiente e as Alterações Climáticas são temas que têm vindo a ganhar maior relevância junto da sociedade, no geral, tendo a Arquitetura um importante contributo a dar com vista a garantir a qualidade e a sustentabilidade do ambiente construído. Se no passado os edifícios tinham pouca climatização e integravam muitos materiais endógenos, repercutindo-se em baixos consumos energéticos, no presente os edifícios, para fazer face às atuais exigências de conforto ambiental e de habitualidade, apresentam novas soluções e componentes construtivas, traduzindo-se num maior consumo energético. Logo, reduzir emissões para estabilizar o clima e obter conforto higrotérmico e de habitabilidade na (re)construção do edificado com baixo consumo de energia e baixas emissões de carbono, dando uma eficiente resposta à mitigação, descarbonização e suficiência energética, são alguns dos desafios atuais da Arquitetura. A Direção Regional do Ambiente e Alterações Climáticas (DRAAC), um departamento da Secretaria Regional do Ambiente e Alterações Climáticas do Governo dos Açores, consciente de que o edificado deve responder aos desafios ambientais e contribuir para a mitigação de impactes, através da adaptação da Arquitetura ao território e dos processos e componentes construtivas e materiais, dirigiu um convite à Secção Regional dos Açores da Ordem dos Arquitectos (SRAZO) para promover uma formação em Arquitetura Bioclimática e Eficiência Energética dos Açores e para elaborar um guia também em Arquitetura Bioclimática e Eficiência Energética dos Açores. Estas duas iniciativas, destinadas, sobretudo, a profissionais da área de Arquitetura e Engenharia Civil, foram desenvolvidas no âmbito do projeto PlanClimac, que visa promover a Macaronésia como “um laboratório de estudos sobre as alterações climáticas, através de planeamento conjunto, monitorização, observação, melhoria do conhecimento e sensibilização da população para os riscos e ameaças da mudança climática”, tendo como principal objetivo, “permitir o desenvolvimento das suas competências na execução de projetos que melhorem o comportamento térmico, a eficiência energética e a circularidade ao longo de toda a vida dos edifícios, permitindo a redução de emissões poluentes, especialmente de CO2”. ER -