Comunicação em evento científico
Bioenergy, Business and Incubator of Portalegre: Case study”
João Emílio Alves (Alves, J.); Joaquim António Belchior Mourato (Joaquim Mourato); Paulo Sérgio Duque Brito (Paulo Brito); Artur Casqueiro Romão (Artur Romão);
Título Evento
24th Workshop APDR – Entrepreneurship and Performance in a Regional Context
Ano
2016
Língua
Português
País
Portugal
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Abstract/Resumo
O caso de estudo que se apresenta incide na Bioenergy, Business Incubator of Portalegre (BioBIP), promovido pelo Instituto Politécnico de Portalegre (IPP), enquadrado no Sistema Regional de Transferência de Tecnologia do Alentejo, e a sua implementação visa a criação de uma estrutura de suporte a atividades de I&DT aplicada, cujo conhecimento gerado é passível de transferência para o meio económico e social, por via da criação de novas empresas, prestação de serviços às atuais e fortalecimento da relação entre o Politécnico e o tecido produtivo. O projeto proposto vem ao encontro da necessidade de promoção de atitudes empreendedoras com bases científicas e tecnológicas, disponibilizando meios tecnológicos evoluídos para teste de ideias de negócio, na área da BioBIP, bem como o acompanhamento por uma equipa qualificada e multidisciplinar de recursos humanos. Visa, ainda, realizar atividades de transferência de tecnologia, por via dos projetos a desenvolver em parceria com agentes económicos e valorizar economicamente as atividades de ciência e tecnologia, através da possibilidade de prestação de serviços ao exterior. O enfoque na inovação e desenvolvimento de competências dos sistemas regionais e sectoriais é assegurado pela implementação de uma incubadora vocacionada para o sector da BioBIP, em paralelo com a criação de diversos serviços de suporte ao tecido empresarial, inexistentes e suscetíveis de incrementar os níveis de inovação, produtividade e competitividade das empresas com as quais se irão estabelecer relações. A BioBIP é constituída por 3 áreas principais, que se complementam: uma incubadora de ideias e negócios (com 12 espaços individualizados para empresas e um espaço de coworking, com 8 postos de trabalho), um centro de Bioenergia (permitindo a experimentação semi-industrial de tecnologias, à escala piloto, com apoio laboratorial) e um fablab (laboratório de prototipagem). No momento do arranque, em novembro de 2015, regista-se uma ocupação 80% dos espaços para incubação, perspetivando-se até final de 2016 a utilização da totalidade da capacidade instalada, contando com 50% de spinoffs com origem no IPP. Importa, ainda, ressalvar que a integração do projeto numa rede que incorpora diversas entidades do sistema científico e tecnológico, aliadas a outras instituições de comprovada experiência de apoio a empresas, vem reforçar a consolidação e expansão de unidades de acolhimento e apoio a atividades de Ciência e Tecnologia, da sua valorização económica e social e dos resultados de I&D.
Agradecimentos/Acknowledgements
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Palavras-chave
Empreendedorismo, Ensino Superior, Incubadoras, Transferência de conhecimento