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Caverna bruxa.
João Vasco Coelho (Coelho, J. V.);
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Abstract
Uma expedição realizada ao longo de nove anos através de diferentes ordenações quotidianas da luz, lugares de intermitência (ontológica) onde se procede, além de gabaritos e obediências, ao elogio da dúvida, do granito e da sombra. Como ilustrado por Cesariny no poema 'Canto telegráfico' (em 'Pena capital'), 'caverna bruxa' definirá um sol de bolso, uma qualidade particular de resistência e assombro, osso de vidro fino, vermelho wonder, que persiste no caminho das borboletas, a dúvida, o reino do olho e da raiva ao fundo, um pouco adiante dos arlequins de brincar. Novos sujeitos, outros objectos, afinações de escombro promovidas hoje, crescentemente, num além-artificial. Neste contexto, em 'caverna bruxa', olhando o outono azul de um muro, canta-se a aresta, enaltecendo a alegria enquanto possibilidade de educação moral.
Acknowledgements
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Keywords