Lista de Projetos
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OVER-SEES is a multi-stakeholder consortium gathering four diverse EU insular territories (The Azores, Portugal; West Region, Ireland; Aegean Islands, Greece; Sicily, Italy) to establish a model of VET excellence in EU islands to accelerate Smart Specialization (S3) activities associated with the twin transition.
As PMEs enfrentam frequentemente dificuldades na adoção de práticas de economia circular e de tecnologias de manufatura avançada, devido à falta de conhecimento, recursos e apoio especializado adequado. Entre as principais barreiras incluem-se o acesso limitado a conhecimento técnico, os elevados custos de implementação e a complexidade associada à navegação no ecossistema de soluções de economia circular. O CIRC-2-ZERO propõe três soluções inovadoras para ultrapassar estas barreiras. Em primeiro lugar, o desenvolvimento de uma Plataforma de Demonstração de Digital Twin, que permitirá às PMEs simular e otimizar os seus processos no sentido da circularidade. Em segundo lugar, a disponibilização de soluções testadas para o design circular de produtos e otimização de cadeias de valor, capacitando as empresas para o desenvolvimento de produtos e processos sustentáveis. Em terceiro lugar, a criação de uma rede de Resilience Transformation Hubs, que proporcionará às PMEs acesso a formação, mentoria e apoio à inovação colaborativa. O projeto CIRC-2-ZERO irá dotar as PMEs das ferramentas, conhecimentos e apoio necessários para uma transição bem-sucedida para práticas de economia circular e manufatura avançada. Os resultados esperados contribuirão não apenas para o fortalecimento competitivo das PME, mas também para a redução de resíduos, a conservação de recursos e a mitigação das alterações climáticas.
Informação do Projeto
2025-03-01
2028-02-29
Parceiros do Projeto
- BRU-Iscte (Gestão)
- Häme University of Applied Sciences - Líder (Finlândia)
- Linna - Parceiro (Finlândia)
- TALTECH - (Estónia)
- KTP - Parceiro (Polónia)
- K8 - Parceiro (Alemanha)
- AFAS - Parceiro (Alemanha)
- Riga Technical University - (Letónia)
- LUT - Parceiro (Suécia)
- VMG - Parceiro (Lituânia)
- VIZULO - Parceiro (Letónia)
- IDCN - AB - Parceiro (Suécia)
- VHTP - Parceiro (Letónia)
- TARTU-SP - Parceiro (Estónia)
As PMEs enfrentam, com frequência, dificuldades na adoção da economia circular e de tecnologias de manufatura avançada, sobretudo devido à falta de conhecimento especializado, recursos limitados e ausência de apoio técnico adequado. Entre os principais constrangimentos destacam-se o acesso reduzido a competências técnicas, os custos elevados de implementação e a complexidade do ecossistema de soluções circulares. O CIRC-2-ZERO responde a estes desafios através de três iniciativas-chave. Em primeiro lugar, uma plataforma baseada em Digital Twin para simulação e otimização de processos orientados para a circularidade. Em segundo lugar, a disponibilização de soluções validadas para o design circular de produtos e otimização de cadeias de valor. Em terceiro lugar, a criação de uma rede de Resilience Transformation Hubs para formação, mentoria e apoio à inovação colaborativa. Em conjunto, estas soluções visam capacitar as PME para uma transição eficaz para a economia circular e manufatura avançada, promovendo simultaneamente ganhos de competitividade, redução de resíduos e maior eficiência na utilização de recursos.
Informação do Projeto
2025-03-01
2028-02-29
Parceiros do Projeto
- BRU-Iscte (Gestão)
- TALTECH - Líder (Estónia)
- Häme University of Applied Sciences - (Finlândia)
- Linna - (Finlândia)
- KTP - (Polónia)
- K8 - (Alemanha)
- AFAS - (Alemanha)
- Riga Technical University - (Letónia)
- LUT - (Suécia)
- VMG - (Lituânia)
- VIZULO - (Letónia)
- IDCN - AB - (Suécia)
- VHTP - (Letónia)
- TARTU-SP - (Estónia)
Este estudo visa analisar as representações de indivíduos da classe trabalhadora em Portugal sobre lógicas de proteção social pós produtivistas, ao nível do Estado Providência, considerando os impactos da automação da atividade produtiva em Portugal, sendo estimada uma perda líquida de 300.000 postos de trabalho até 2030 num cenário de automação que ronde os 50% do total (Duarte et al, 2019, p. 19). Parte da população ativa caracterizada por baixas qualificações, idade relativamente avançada e integração em setores com maior potencial de automação (indústria, comércio e retalho, Administração pública) pode encontrar-se numa situação vulnerável perante esta transformação, nomeadamente num enquadramento de políticas ativas de emprego (PAE). Torna-se pertinente perceber junto de pessoas da classe trabalhadora, o que pensam relativamente a formas de proteção social pós produtivistas, focando três propostas de política pública: 1) Rendimento de participação (Atkinson, 1996, pp. 68-69), 2) emprego público garantido (Tcherneva, 2020) e 3) rendimento básico.
Orientação:
Renato Miguel do Carmo
Informação do Projeto
2025-03-01
2027-08-31
Parceiros do Projeto
As tecnologias de reconhecimento facial recolhem biliões de rostos que são armazenados para múltiplas utilizações, desde a identificação e o rastreio de indivíduos, até ao treino de redes neuronais profundas - o pilar da inteligência artificial (IA) moderna. Desde a etiquetagem de uma fotografia nas redes sociais ou o desbloqueio de um computador até às aplicações controversas do reconhecimento facial em espaços públicos, escolas, locais de trabalho e atividades de aplicação da lei, as tecnologias de processamento facial entraram em quase todos os aspetos das nossas vidas. Embora os benefícios esperados estejam relacionados com a segurança e a proteção, os críticos sublinham que estas tecnologias normalizam a vigilância e fragilizam a privacidade, exacerbam a discriminação e contêm falhas e imprecisões insuperáveis. O projeto fAIces pergunta: O que importa nas tecnologias de reconhecimento facial e porquê? Como é que atribuir importância acarreta diversas formas de implicação? Que formas de cidadania e de envolvimento público são afetadas? Como emergem escolhas éticas múltiplas e complexas? Este estudo desenvolve uma metodologia inovadora através da qual são tidas em consideração as perspetivas de grupos sociais que nunca foram estudados em conjunto e que estão implicados de forma conjunta mas antagónica nas tecnologias de reconhecimento facial: cientistas que realizam investigação sobre reconhecimento facial; profissionais que trabalham em start-ups e empresas de tecnologia; organizações de proteção de direitos digitais e activistas; comunidades negras; e artistas que incorporam o reconhecimento facial no seu trabalho. O projeto fAIces produzirá uma teoria social inovadora do rosto através da combinação de uma nova abordagem concetual - “etho-assemblages”, que transgride a ideia de princípios éticos fixos e dicotómicos pré-definidos - e a produção de dados empíricos originais. Os principais resultados assentam na expansão da ética e na imaginação de futuros alterna...
Informação do Projeto
2025-03-01
2030-02-28
Parceiros do Projeto
- CIES-Iscte - Líder
- UMinho - (Portugal)
Página 19
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