Artigo em revista científica Q3
Militância no feminino no movimento sindical Português: A persistência das desigualdades de género 50 anos depois de abril
Paulo Alves (Alves, P. M.);
Título Revista
Ex Aequo
Ano (publicação definitiva)
2025
Língua
Português
País
Portugal
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(Última verificação: 2026-04-26 18:36)

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Títulos Alternativos

(Inglês) Women's militancy in the Portuguese trade union movement: The persistence of gender inequalities 50 years after the Carnation Revolution

(Francês) Le militantisme féminin dans le mouvement syndical Portugais: La persistance des inégalités de genre 50 ans après la Révolution des Œillets

Abstract/Resumo
Tendo nascido androcentrado, o movimento sindical nunca foi tão feminizado como é atualmente. No entanto, a militância sindical no feminino continua menos intensa do que a masculina. Apesar de ao longo das cinco décadas decorridas desde o 25 de Abril se terem registado progressos relativamente importantes, as desigualdades de género persistem, remetendo para um duplo processo de segregação, horizontal e vertical, com este último a ter como consequência uma generalizada sub-representação das mulheres nas equipas dirigentes e nas lideranças sindicais, o que torna o sindicalismo menos inclusivo e menos representativo e restringe o carácter democrático das organizações, ao mesmo tempo que contribui para a perpetuação da dominação masculina.
Agradecimentos/Acknowledgements
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Palavras-chave
Mulheres,Sindicatos,Militância,Desigualdades de género,Portugal
  • Sociologia - Ciências Sociais