Artigo em revista científica Q1
The politics of autocratic survival in Equatorial Guinea: co-optation, restrictive institutional rules, repression, and international projection
Ana Lúcia Sá (Sá, A. L.); Edalina Sanches (Sanches, E.);
Título Revista
African Affairs
Ano
2021
Língua
Inglês
País
Reino Unido
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Abstract/Resumo
Equatorial Guinea is not only one of the world’s most authoritarian regimes but also a striking case of regime and leader survival. This small, oil-rich state and personalist regime defies conventional wisdom because it is both far more resilient and faces far fewer threats from within the regime and from opposition political parties than other resource-rich states. But how does the regime manage to survive? This study argues that four key mechanisms interact to explain Equatorial Guinea’s record of authoritarian survival. Firstly, co-optation (via patronage, party, and cabinet appointments) which President Teodoro Obiang Nguema Mbasogo and the regime party—Partido democrático de guinea ecuatorial—have used to build internal cohesion and fragment opposition. Secondly, the crafting of restrictive institutional rules (party and electoral laws) that, combined with informal rules, aim to protect the regime’s interests and make participation in political opposition more costly. Thirdly, the use of (selective and diffuse) repression to shield the regime and shrink the living space of challengers. Finally, the regime’s international linkages and projection to gain credibility and offset pressure for change. We argue that autocrats’ survival depends on their ability to play a strategic two-level game: domestic and international.
Agradecimentos/Acknowledgements
--
Palavras-chave
  • Ciências Políticas - Ciências Sociais
  • Outras Ciências Sociais - Ciências Sociais
Registos de financiamentos
Referência de financiamento Entidade Financiadora
CEECIND/02527/2017 Fundação para a Ciência e a Tecnologia
UID/SOC/50013/2019 Fundação para a Ciência e a Tecnologia

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