Lista de Projetos
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Página 70
Informação do Projeto
2023-01-01
2023-12-31
Parceiros do Projeto
O Mestrado em Gestão da Transformação Digital no Setor da Saúde (ManagiDiTH) é um projeto com a duração de quatro anos, iniciado em janeiro de 2023 e financiado pela União Europeia, no âmbito do Programa Europa Digital. O projeto tem como objetivo o desenvolvimento e implementação de um novo plano curricular de Mestrado orientado para a capacitação de profissionais do setor da saúde, dotando-os das competências digitais, tecnológicas e de gestão necessárias para conceber, implementar e liderar serviços digitais inovadores em contextos de saúde.
O projeto resulta de um consórcio internacional e intersectorial composto por sete parceiros de três países europeus (Grécia, Finlândia, Portugal), integrando instituições de ensino superior, centros de investigação e organizações do setor empresarial e da saúde. O consórcio é liderado pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa e inclui a Laurea University of Applied Sciences (Finlândia), a Aristotle University of Thessaloniki (Grécia), o Instituto de Telecomunicações, a Whymob, Lda., a Clinipower Finland Ltd e a Mundiserviços – Companhia Portuguesa de Serviços e Gestão, Lda. Esta diversidade de parceiros assegura uma abordagem multidisciplinar que articula conhecimento académico, investigação aplicada e experiência prática no setor da saúde digital.
O Projeto ManagiDiTH visa contribuir para o reforço das competências avançadas em transformação digital no contexto europeu. Entre os seus principais objetivos destacam-se o desenvolvimento de referenciais de formação alinhados com o nível 7 do Quadro Europeu de Qualificações, a criação de um ecossistema de aprendizagem colaborativo e multidisciplinar e a implementação de um modelo pedagógico inovador, centrado na aprendizagem baseada em problemas e em projetos reais, apoiado por ferramentas e tecnologias digitais.
As competências pedagógicas, científicas e tecnológicas dos parceiros do consórcio são mobilizadas para a criação de um programa de Mestrado ...
Informação do Projeto
2023-01-01
2026-12-31
Parceiros do Projeto
- Iscte - Líder
- LAUREA - (Finlândia)
- AUTH - (Grécia)
- UNI EIFFEL - (França)
- IT-IUL - (Portugal)
- Clinipower - (Finlândia)
- Whymob - (Portugal)
- MundiConsulting - (Portugal)
Queremos compreender a variação existente entre as atividades dos Membros do Parlamento (MPs). Isto é, a sua performance como representantes em sistemasparlamentares. Procuramos explicar os diversos níveis de atividade dos MPs que não podem ser explicados por fatores como a educação ou a experiência anterior no cargo.
Queremos perceber melhor como é que os MPs trabalham e representam os seus eleitores; quando elaboram propostas legislativas; e, se decidem atender primeiro às preferência do seu partido ou às dos seus eleitores. Um parlamento funcional e estável, com MPs que são ativos e responsivos, alinha-se com o ponto 16 das Nações Unidas da Agenda de 2030 sobre os Objectivos para o Desenvolvimento Sustentável: “Paz, Justiça, e Instituições Fortes”. Sociedades pacíficas e em paz dependem de instituições fortes que garantam aos cidadãos poderem manifestar as suas preferências sendo estas representadas pelos MPs.Em sistemas políticos com partidos fortes, os MPs enfrentam dois desafios de representação que podem ser contraditórios: os eleitores e o partido.
Os MPs, se neste dilema, encontrarão maneiras para se diferenciar, por exemplo, quando são co-signatários de iniciativas legislativas. Esta é uma das vias pelas quais um MP pode encontrar margem de manobra para ganhar vantagem (Calca/Koehler, 2021a; Calca/Koehler, 2021b; Calca, 2022). A forma como cada MP usa o seu poder de propositura, bem como, para aferir da sua eficácia relativa, são centrais na análise das suas atividades na Irlanda (sistema eleitoral de voto único transferível) e em Portugal (sistema eleitoral com listas fechadas) que aqui apresentamos. Dois casos, com partidos fortes e que apresentam variação institucional. São estas diferenças que servem de mote para ajustar o Índice de Eficácia Legislativa (IEL), desenvolvido por Volden e Wiseman (2014) para os EUA. Ajustado, o índice pode ser utilizado em sistemas proporcionais. Com uma abordagem e estratégia de medição novas, re-conceitualizamos algum...
Informação do Projeto
2023-01-01
2024-06-30
Parceiros do Projeto
Esta proposta destina-se ao desenvolvimento de uma agenda de investigação sobre a forma como a violência se inscreve nos regimes de memória/património, tendo como enquadramento empírico os desdobramentos históricos e sociopolíticos dos projetos imperiais e do Estado Novo portugueses e as trajetórias pós-coloniais da articulação CPLP/PALOP. Em linhas gerais, estamos interessados em estudar os vestígios materiais, estéticos e epistemológicos da violência colonial e pós-independência (ou 'escombros', nas palavras de Ann Stoler 2013) no contexto contemporâneo, mas propomo-nos a fazê-lo a partir do ângulo específico de como certos espaços que outrora foram locais de violência política e terror – em suas diferentes formas biopolíticas de confronto, perseguição, massacre, exploração, miséria, etc. – são semantizados no espaço contemporâneo de articulações patrimoniais pós-coloniais. Neste quadro, observamos que diferentes momentos da história colonial e autoritária que ligou Portugal e as suas ex-colónias foram alvo de apropriações e discursos patrimoniais e de memória muito diversos no quadro cultural e político pós-colonial da CPLP: de a memorialização oficial e pública de prisões como Aljube e Peniche em Portugal, São Nicolau ou São Paulo em Angola ou Tarrafal em Cabo Verde, aos casos menos visíveis e mais problemáticos de fomes graves em Cabo Verde e Moçambique, ou os massacres de Pidjiguiti em Bissau (1959), Wiriamu em Moçambique (1972), ou dos Kuvale em Angola (1940-1) – ou violências pós-independência como o 27 de maio de 1977 em Angola, etc. de herança e memorialização? Como é que esta “diplomacia patrimonial” específica do CPLP/PALOP tem lidado com a perícia da violência colonial? Como a violência pós-colonial moldou percepções e memórias de passados violentos? Qual é o processo de inscrição material, semântica, estética, arquitetónica e paisagística desses regimes? Como essas mobilizações patrimoniais são recebidas, acomodadas ou contestadas pelos habitantes...
Informação do Projeto
2023-01-01
2023-12-31
Parceiros do Projeto
O presente projeto pretende compreender e analisar a inserção profissional dos jovens diplomados dos cursos superiores de jazz em Portugal. Recorrendo a uma estratégica metodológica intensiva, o principal objetivo de pesquisa consiste em conhecer, através dos testemunhos sobre percursos formativos, trabalho artístico, emprego cultural e pluriemprego, a inserção desta “nova” geração no mercado de trabalho artístico. Serão analisadas trajetórias de 40 indivíduos, com o máximo de 35 anos, diplomados em jazz (licenciatura e/ou mestrado) numa instituição de ensino superior portuguesa e com qualificação obtida entre os anos letivos 2015/2016 a 2019/2020.Através do estudo de caso deste grupo, pretende-se registar as dinâmicas de formação superior e as relações com os contextos profissionais e laborais nas artes, identificando diferentes trajetórias de empregabilidade, associando-se ainda ao contributo para a produção de conhecimento gerador de recomendações concretas para o desenho de políticas públicas culturais e multissetoriais (trabalho, emprego, proteção social e ensino superior).
Orientação:Paulo Marques Alves (DINÂMIA'CET-Iscte)José Soares Neves (CIES-Iscte)
Informação do Projeto
2023-01-01
2026-01-01
Parceiros do Projeto
Página 70
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