Lista de Projetos
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Enquadrando-se num plano mais abrangente, com a duração total prevista de três anos, este projeto foca-se na conceção e desenho de implementação do programa de competências transversais, através da criação do Laboratório de Competências Transversais da Universidade Amílcar Cabral (UAC), e da respetiva oferta formativa, em parceria e com o suporte da estrutura estabelecida no Iscte.
A execução terá início em janeiro de 2023 com uma equipa composta por elementos de ambas as universidades e com a coordenação de Rosário Mauritti e Sónia Pintassilgo (do CIES-Iscte) e de Raúl Mendes Fernandes (da Universidade Amílcar Cabral).
O ponto de partida para a proposta na vertente do ensino, dirigida à parceria com a UAC, é a experiência acumulada, nos últimos anos, de receção e acolhimento de estudantes de países de língua oficial portuguesa, na oferta formativa do Iscte, nos três ciclos de ensino (licenciatura, mestrado e doutoramento), nomeadamente, de estudantes guineenses.
O Laboratório de Competências Transversais tem, ainda, assumido um papel fundamental, nos últimos anos, de atendimento e acolhimento inicial dos estudantes recém-inscritos e chegados ao Iscte, do seu encaminhamento para diferentes serviços, de identificação de necessidades, de ajustamento individual da oferta formativa transversal a dirigir a cada um. A oferta formativa, no que diz respeito às competências transversais, tem por objetivo dotar os estudantes de um conjunto de competências básicas que os capacitem para um maior e melhor aproveitamento da oferta formativa prevista no plano de estudos de cada estudante. Assim, as competências transversais são oferecidas, de forma abrangente, aos estudantes de todos os cursos e ciclos de estudos, estando previstas em todos os cursos de 1º ciclo, mas podendo ser oferecidas e frequentadas, para além das previstas no plano de estudos, de acordo com as necessidades de cada estudante.
Considerando a orientação universal das universidades para a articulação entre o...
Informação do Projeto
2023-01-01
2023-12-31
Parceiros do Projeto
- CIES-Iscte - Entidade Executora
- UAC - (Guiné)
Despite the global COVID-19 pandemic, Europe continues to be a major destination for transnational migrants, notably from Asia and Africa. The way in which this phenomenon has been unfolding underlines the urgent need to further conceptualise transnational migration by analysing the decision-making of aspiring (re)migrants. This scholarly enterprise is critically important as mainstream migration theories put more of a focus on broader social processes and dynamics, thereby overlooking the human aspects of migration. Basing itself on several migration theories in various disciplines, this proposal adopts a framework that humanises research on (non-)migration decision-making, i.e. highlighting its human aspects in three ways: engendering, decolonising and situating the analysis in temporal, psychological, relational and social contexts. As a case study, this research project will examine the decisionmaking of aspiring (re)migrants from selected Southeast and East Asian countries (China, Japan, Philippines, Thailand, Vietnam) to and within selected EU member countries (Belgium, the Czech Republic, Germany, Italy, Portugal, Finland). These migrants are oriented towards the EU labour markets where they are concentrated in ethnic niches. Employing qualitative and participatory research methodologies, the study will map the extent to which spatial mobility policies at the EU and national levels take into account aspiring (re)migrants’ behaviour, identify the micro- and meso-level drivers of (re)migration aspiration and/or intention and determine the temporality of aspiring (re)migrants’ decision-making. The results of this project will provide concrete information as to how individuals’ migration decisions change over time and on the specific stage at which mobility policies are more likely to play a role in shaping migration outcomes, which will enhance EU migration policies.
Research Team:
Sofia Gaspar (CIES-Iscte)Renata Carone (CIES-Iscte)Olga Cojocaru (CIES-Iscte)Am...
Informação do Projeto
2023-01-01
2026-02-28
Parceiros do Projeto
- CIES-Iscte
- MU - (República Checa)
- Goethe-Universität - (Alemanha)
- UNIMI - (Itália)
- Etusivu - (Finlândia)
- SMC - (Filipinas)
- MaU - (Tailândia)
- IS-VASS - (Vietname)
- Isaan - (Tailândia)
- ULB - Líder (Bélgica)
- Waseda University - (Japão)
O programa de auto-ajuda FACE é a primeira intervenção de saúde móvel (m-health) desenvolvida especificamente para as necessidades de jovens adultos com história de experiências adversas da infância.
O objetivo do projeto de investigação proposto é o de concetualizar e estudar a estigmatização relacionada com os opiáceos a partir de uma perspetiva interdisciplinar e em diferentes níveis do ambiente social de doentes que vivem com dor crónica.
O XpanDH é uma CSA destinada a mobilizar e capacitar indivíduos e organizações para criar, adaptar e explorar o uso intencional de soluções digitais de saúde interoperáveis com base na adoção compartilhada do formato European Health Records Exchange (EEHRxF) em toda a Europa. Este esforço pan-europeu usará uma abordagem de “rede de redes” garantindo que os atores de saúde digital sejam motivados e apoiados por orientações personalizadas e exemplos reais para ajudar os primeiros usuários a avançar para o uso concreto de soluções de saúde digital incorporadas EEHRxF para agregar valor à saúde e aos cuidados além de promover Espaço de Dados de Saúde Pessoal e Europeu. O XpanDH persegue o principal objetivo de amadurecer e acelerar um ambiente de interoperabilidade sustentável e escalável para inovações digitais em saúde com base no EEHRxF, em torno de 5 Objetivos:
1) Desenvolver especificações técnicas robustas e recursos para o construção do EEHRxF;
2) Estabelecer o modelo X-Bundle Readiness;
3) Verificar a utilidade do X-Bundle no mundo real com um conjunto de grupos de usuários agrupados em domínios de adoção selecionados;
4) Amadurecer o ecossistema de saúde digital pan-europeu de provedores de soluções e usuários finais,
5) Desenvolver uma estrutura para o ecossistema sustentável.
O consórcio prosperará em projetos e serviços de interoperabilidade de eHealth anteriores e em andamento e, particularmente, nas recomendações dos projetos X-eHealth e DigitalHealthEurope, por meio de ativismo de dados de saúde digital e forte envolvimento do paciente. Reúne 26 parceiros de Saúde Digital sob um conceito de cocriação e co-implementação, apoiado por um Conselho de Políticas (vinculando-se aos Governos e à Rede de Saúde Digital). Para expandir seu impacto, 10 redes do XpandDH, ligadas a centenas de parceiros interessados em saúde serão incentivados a formar um vibrante espaço de saúde (digital) pan-europeu convergindo em ferramentas comuns, utilizáveis e confiáveis pa...
Informação do Projeto
2023-01-01
2024-12-31
Parceiros do Projeto
- BRU-Iscte (Gestão) - Coordenador
- CIS-Iscte (H4A)
- ISTAR-Iscte (RAISE )
- Iscte
- ECHA - (Irlanda)
- HOPE - (Bélgica)
- HL7 - (Bélgica)
- GNOMON - (Grécia)
- EMPIRICA - (Alemanha)
- CHUPorto - (Portugal)
- I~HD - (Bélgica)
- KETEKNY - (Grécia)
- UNINOVA - (Portugal)
- NCZI - (Eslováquia)
- IHE-EUR - (Bélgica)
- EHMA - (Bélgica)
- UiO - (Noruega)
- SCUBA - (Roménia)
- ARIA - (Itália)
- DIGITALEUROPE - (Bélgica)
- OKFO - (Hungria)
- TechForLife - (Itália)
- Nictiz - (Países Baixos (Holanda))
- EDHA - (Alemanha)
- CEN/TH - (Países Baixos (Holanda))
- ASUFC - (Itália)
- ECPC - (Bélgica)
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