Referências nos Media
Comentário - RTP2
O mundo está a ficar diferente. Há divisões ideológicas extremas e amplificadas pelas redes sociais, há comentadores que alimentam políticos, que se alimentam e os algoritmos que nos orientam. Há trincheiras, barreiras e mentiras que se dizem verdadeiras, armadilhas e alçapões com muita opinião e pouca reflexão. O mundo está cada vez mais polarizado.
Análise -
Análise a um artigo de investigadoras do CIS-Iscte, no tópico das características associadas ao conceito de "cidadã/cidadão do mundo".
Entrevista - Antena 1
    Episódio 1598, do 90 segundos de Ciência, com a investigadora Rita Guerra.                                    
Entrevista - Expresso
Um novo estudo nacional sobre o ódio contra minorias revela que os insultos indiretos (61,1%) têm maior prevalência que os diretos (29%), e são mais difíceis de detetar pelos mecanismos de segurança do YouTube ou Twitter
Artigo - Visão
O discurso de ódio online rompeu limites. Os casos de violência na vida real multiplicam-se. Na comunidade brasileira já há quem confesse “não se sentir totalmente seguro a viver” no País. A direita radical insiste no discurso anti-imigração. A xenofobia é o novo normal em Portugal?
Notícias - Iscte
  O projeto kNOwHATE, coordenado por Rita Guerra, investigadora do Centro de Investigação e Intervenção Social (CIS-Iscte), divulgou resultados preliminares de uma análise detalhada sobre o discurso de ódio em plataformas digitais em Portugal. 
O aumento do discurso de ódio 'online' em Portugal levou investigadores académicos a criarem um modelo de identificação automática deste tipo de registos, com recurso a inteligência artificial. Na apresentação das conclusões do projeto 'Knowhate', a coordenadora, Rita Guerra, explicou que o aumento do discurso de ódio 'online' tem-se acentuado e verificam-se cada vez mais casos de passagem das acusações e insultos na Internet para ações concretas no mundo real.
Notícias -
O aumento do discurso de ódio 'online' em Portugal levou investigadores académicos a criarem um modelo de identificação automática deste tipo de registos, com recurso a inteligência artificial. Na apresentação das conclusões do projeto 'Knowhate', a coordenadora, Rita Guerra, explicou que o aumento do discurso de ódio 'online' tem-se acentuado e verificam-se cada vez mais casos de passagem das acusações e insultos na Internet para ações concretas no mundo real. 
Comentário - Público
Suspensão surge após investigação do NYT. Em Março, penalistas alertaram para necessidade de investigar fórum no X. Comentário de Rita Guerra.
Notícias -
O projeto kNOwHAT divulgou resultados preliminares de uma análise detalhada sobre o discurso de ódio em plataformas digitais em Portugal O projeto kNOwHATE, coordenado por Rita Guerra, investigadora do Centro de Investigação e Intervenção Social (CIS-Iscte), divulgou resultados preliminares de uma análise detalhada sobre o discurso de ódio em plataformas digitais em Portugal.
Artigo - CIS-Iscte
Artigo no jornal  Portugal Resident sobre o projeto e consórcio KnowHate.
Hoje assinala-se o Dia Internacional de Combate ao Discurso de Ódio, instituído pelas Nações Unidas para alertar para os perigos do discurso de ódio e promover medidas de combate, e a investigadora do Centro de Investigação e Intervenção Social do ISCTE (CIS-Iscte) diz que haverá uma mensagem institucional numa qualquer rede social para dizer que é fundamental celebrar esta data, mas pouco mais.
Notícias - Lusa
As investigadoras alertam para a falta de resposta institucional. A resposta institucional em Portugal no combate ao discurso de ódio nas redes sociais "é absolutamente ridícula", considerou a investigadora Rita Guerra
Comentário - TSF
A Comissão Europeia Contra o Racismo e a Intolerância alerta para o aumento acentuado do discurso de ódio em Portugal e critica as mensagens anti-migrantes presentes nas discussões políticas. Num relatório refere-se que existe uma banalização do discurso de ódio muitas vezes sob o pretexto de liberdade de expressão. Declarações de Rita Guerra, investigadora 
Notícias - Notícias ao Minuto Online
Académicos e jornalistas que se dedicam ao estudo da desinformação identificaram hoje a regulamentação como o maior desafio atual para combater a informação falsa, destacando também a falta de pensamento crítico e de literacia mediática. O académico do Iscte- Instituo Universitário de Lisboa Tomás Alves referiu que "as redes sociais são ótimas para difundir mensagens rápidas", sendo necessária uma "fiscalização mais eficaz para a criação de contas", de forma a se poder identificar quem são os agentes bons ou maus. Por sua vez, também a académica do Iscte Rita Guerra salientou que tem de haver uma responsabilização do Estado e da União Europeia (UE) sobre o que as redes sociais podem fazer