Lista de Projetos
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Este projecto analisa o modo como os moradores de habitação desenhada por Álvaro Siza experienciam e interagem com a disposição espacial dos seus apartamentos, as micro-tecnologias da casa, os espaços públicos dos edifícios e o estatuto de atracção turística dos prédios onde moram. O projecto procura preencher a lacuna de investigação existente sobre a obra de Siza, relativa à quase ausência de estudos sobre a recepção e apropriação da sua arquitetura pelos moradores. O estudo debruça-se sobre três casos com populações com posições de classe diferentes, desde a população de baixos rendimentos para quem o Bairro da Bouça no Porto foi originalmente concebido, à população de classe média-baixa da Malagueira em Évora e finalmente à população de rendimentos muito altos dos Terraços de Bragança em Lisboa. A investigação seguirá uma abordagem etnográfica, com recurso a entrevistas aprofundadas com moradores, visitas a casa e solicitação fotográfica de olhar ‘o/a morador/a em acção’ com a sua casa.
Informação do Projeto
2021-09-14
2024-09-13
Parceiros do Projeto
- DINAMIA'CET-Iscte (CT)
- IHC - (Portugal)
- CICS.NOVA_UEvora - (Portugal)
O presente acordo de parceria tem como objeto a realização de um projeto de investigação sobre o impacto do Doclisboa e os seus públicos e participantes profissionais presentes na 19ª, 20ª, e 21ª edições do Festival, a decorrer em 2021, 2022 e 2023, respetivamente. A metodologia é quantitativa, de inquérito por questionário aos públicos presenciais e de inquérito por questionário online aos participantes profissionais.
O objetivo do inquérito aos púbicos presenciais é recolher informação sobre os seus perfis sociais e sobre diversas vertentes da sua relação com o Doclisboa, com este 19º Festival e com o cinema. O objetivo do inquérito aos participantes profissionais é recolher informação sobre os seus perfis social e profissional, avaliações e opiniões sobre o Festival, e sobre o impacto económico da deslocação na cidade de Lisboa.
Colaboração com a equipa de investigação de Carolina Luz, mestranda em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação no Iscte-IUL, e de João Pedro Monteiro, estudante do Mestrado em Estudos e Gestão da Cultura do Iscte-IUL na 20ª edição.
Colaboração até abril de 2022 no estudo da 19ª edição da investigadora Sónia Apolinário.
Informação do Projeto
2021-09-10
2023-08-31
Parceiros do Projeto
- CIES-Iscte - Líder
- DOCLISBOA - (Portugal)
Implementação e teste de usabilidade de um Sistema Interativo de geração de plantas de casas baseado em Gramáticas da Forma. Os modelos e ferramentas de geração automática de projeto de arquitetura precisam suportar a especificação de conhecimento especializado na forma de requisitos de projeto que podem ser usados quer para avaliar soluções, quer para guiar a exploração ou geração de projetos. Usando gramáticas da forma, um arquiteto deve expressar especificações de projeto não apenas pelo conhecimento visual, utilizando regras da forma, mas também por requisitos especializados que são, em linguagem computacional, lógicos e procedimentais. Mais, contrariamente ao que normalmente acontece nas gramáticas da forma, o conhecimento acerca de formas e acerca de procedimentos devem ser separados, se quisermos obter um modelo para geração de soluções flexíveis e possibilitando a especificação rápida de soluções. A separação desse conhecimento facilitaria a abstração e modularização convenientes para o desenvolvimento algorítmico de um sistema de geração de soluções de projeto. O modelo Alternative Shaper (F. Santos, et all, 2018 *) tem como objetivo principal a caracterização e implementação de um modelo de projeto baseado em gramáticas da forma estendido com primitivas de representação de conhecimento e primitivas procedimentais apropriadas para a geração automática de designs. Para além da geração da solução de desenho de habitação, o sistema prevê também a possibilidade da sua visualização em ambiente de realidade virtual imersiva que, prevemos, dará maior noção da realidade aos habitantes.
Informação do Projeto
2021-09-08
2022-03-07
Parceiros do Projeto
Este projeto tem três grandes objetivos:
- Realizar um levantamento das políticas públicas da diáspora portuguesa e de outros países com uma diáspora significativa;
- Tipificar as diferentes políticas públicas da diáspora, ou seja, a sua direccionalidade (financeira, étnica, cultural, cívica, política) e definir o conceito e o objeto que cada país utiliza para a sua diáspora.
- Fazer uma caracterização e identificação dos principais modelos das políticas públicas da diáspora nos diferentes países em análise, identificando boas práticas nos diversos países em estudo, e fazer uma comparação entre as políticas do estado português dirigidas às comunidades portuguesas e as dos países selecionados.
Informação do Projeto
2021-09-08
2023-05-31
Parceiros do Projeto
As crianças marcadas pela violência doméstica são muitas vezes entendidas como vítimas “secundárias”, quer dentro do sistema de apoio e jurídico, quer por entidades que trabalham com crianças e jovens. Os estudos realizados são inequívocos, no que se refere aos danos causados nas vítimas crianças e referem a transmissão intergeracional da violência, graves impactos psicológicos, de saúde, comportamentais e socioeconómicos. Em situações de homicídio, esse impacto é ainda mais brutal. A intervenção precoce e capacitada é essencial para quebrar o ciclo da violência doméstica.
A CNPDPCJ, como entidade de referência para a efetiva concretização dos Direitos Humanos de todas e de cada uma das crianças em Portugal, contribui para a planificação da intervenção do Estado e para a coordenação, acompanhamento e avaliação da ação dos organismos públicos e da comunidade, na promoção dos direitos e proteção das crianças e jovens.
Neste contexto, nasce o A Teu Lado, um projeto-piloto, com financiamento dos EEAGrants, que implementará e testará ações no sistema de proteção nos territórios de Amadora, Loures, Seixal, Faro e Loulé, e também Almada. O projeto tem como objetivos principais: 1) Apoiar e responder às crianças, no(s) dia(s) seguinte(s) ao episódio de violência doméstica registado pela polícia ou outro interveniente, em articulação com os seus familiares, tendo em conta que o agressor normalmente faz parte desta unidade familiar. 2) Desenvolver uma ação preventiva contra a normalização da violência de género e quebrar os ciclos de vitimização e agressão. 3) Criar um atendimento especializado a crianças que perdem seus pais ou representantes legais em resultado de homicídio no contexto de violência doméstica. 4) Desenvolver uma Intervenção coordenada entre o sistema nacional de proteção da infância e juventude e a rede nacional de apoio às vítimas de violência doméstica, no âmbito das respetivas competências.
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