Lista de Projetos
Esta é a lista de projetos disponíveis no sistema. Para saber mais detalhes sobre um projeto clique no seu nome ou imagem. Também pode procurar por um determinado projeto na caixa de pesquisa em baixo.
Página 144
O plano de trabalhos tem como objeto as relações entre as Medicinas Complementares e Alternativas (MCA) e a Medicina Convencional (MC) em Portugal. Por MCA entendemos um conjunto diversificado de medicinas, terapias ou práticas terapêuticas que têm em comum 1) o facto de se demarcarem da medicina convencional, 2) de ocuparem uma posição marginal nos sistemas de cuidados de saúde nas sociedades ocidentais; 3) de proclamarem a posse de um corpo de saberes mais ou menos sistematizado sobre a saúde e a doença orientador das práticas terapêuticas; 4) de se demarcarem de outras abordagens terapêuticas, como as medicinas populares, de base empírica e sem formalização e codificação do conhecimento e da sua transmissão, ou modalidades terapêuticas alicerçadas em elementos esotéricos e espirituais, como a religião e o esoterismo. Para efeitos de operacionalização da pesquisa, englobam as sete medicinas/terapias que se encontram regulamentadas em Portugal desde 2013: medicina tradicional chinesa, acupunctura, homeopatia, naturopatia, fitoterapia, osteopatia e quiropráxia.
O objetivo é explorar essas relações em quatro planos: i) no plano institucional das políticas públicas (essencialmente em termos de legislação que regula o ensino e a prática das diversas terapias); ii) no plano de projetos organizacionais (como, por exemplo, clínicas com ofertas terapêuticas pluralistas); iii) no plano da decisão individual do médico ou terapeuta de MCA (designadamente pela referenciação mútua ou pela utilização de técnicas terapêuticas inscritas em outro sistema terapêutico); iv) no plano da decisão individual do paciente, através da complementaridade ou alternância da MC e das MCA. Pretende-se, em particular, evidenciar as concordâncias e dissonâncias que se verificam entre os vários planos.
Para responder a estes objetivos, adota-se uma estratégia plurimetodológica que combina procedimentos de recolha e análise de informação de tipo extensivo-quantitativo com procedimentos de tipo int...
Informação do Projeto
2019-09-01
2025-08-31
Parceiros do Projeto
O principal foco do projeto é monitorizar as atividades de propaganda e desinformação nas redes sociais online com objetivos de mobilização, polarização e destabilização política em Portugal, independentemente da origem dessas atividades.
Ao longo do período do projeto, que corresponde a um momento de grande atividade política em Portugal, marcada por três eleições (Europeias, Regionais – Madeira e Legislativas) procura identificar-se e analisar-se os movimentos organizados, de origem partidária ou não, de propaganda e desinformação com objetivos de influenciar a participação informada dos cidadãos nos atos eleitorais.
Serão utilizadas metodologias e ferramentas de análise de redes sociais (i.e. Crimson Hexagon, Netvizz, Google Trends, etc.) que permitam identificar, de forma transversal e longitudinal, as mensagens e redes de difusão de informação com objetivos maliciosos e os seus relacionamentos internacionais, com especial atenção para as relações entre movimentos populistas e a sua partilha de mensagens de desinformação (“fake news”).
O objetivo final é identificar mensagens, protagonistas e canais de desinformação que procuram influenciar o discurso político através das principais redes sociais online públicas (Facebook, Twitter e Youtube) e de plataformas de mensagens instantâneas (WhatsApp).
O projeto pretende também contribuir para o alerta e prevenção da disseminação de propaganda maliciosa, colaborando com projetos jornalísticos para desenvolver e disseminar os resultados da investigação.
Relativamente ao WhatsApp, como envolve a integração de grupos de acesso público via link de acesso, prevê-se replicar a metodologia usada por Resende et al (2019) que se debruçou sobre o mesmo fenómeno nas eleições brasileiras. A anonimização dos dados pessoais dos participantes dos grupos (número de telefone, foto e outra informação associada ao perfil) será feita no processo de recolha, não integrando portanto a análise dos resultados. Esta anonimização dos dados...
Informação do Projeto
2019-09-01
2020-01-31
Parceiros do Projeto
- CIES-Iscte
- DN - (Portugal)
Este projeto decorreu no âmbito de uma bolsa de doutoramento com referência de financiamento SFRH/BD/144062/2019.
Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos (EUA) percecionavam uma ameaça constante de ataque nuclear soviético. Aproximando-se o fim do conflito, as perceções de ameaça de Moscovo diminuíram consideravelmente nos EUA, e os dois países reduziram drasticamente os seus arsenais nucleares através de tratados de controlo de armamento. Contudo, em 2024, Washington e Moscovo ainda retêm arsenais que totalizam aproximadamente 88% das armas nucleares mundiais. Apesar da cooperação no âmbito do regime de não-proliferação nuclear no período pós-Guerra Fria, os EUA e Rússia mantêm uma relação de dissuasão nuclear, abandonaram ou suspenderam regimes de controlo de armamento, desenvolveram novas armas nucleares e realizaram programas de modernização nuclear. Avançando a hipótese de que as perceções de ameaça russa perduraram, esta tese questiona de que forma estas explicam mudanças na política de dissuasão nuclear americana (2001-2021). Combinando Teoria da Securitização com Análise de Discurso Político, desenvolvemos uma metodologia que entende perceções de ameaça como parte de um espetro mais alargado de razões para atuar, que informam conclusões sobre o que fazer. As perceções de ameaça não existem num vácuo, coexistindo ou competindo com outras razões para atuar que, como um todo, explicam escolhas políticas específicas. Nesta tese, argumentamos que perceções de ameaça da Rússia são razões para atuar ubíquas, prevalecendo sobre outras frequentemente, e informando decisões para atuar, não atuar, e como atuar. A securitização da Rússia nos EUA durante o período de análise influenciou profundamente decisões sobre defesa antimíssil, reduções de armas nucleares, controlo de armamento, e programas de modernização nuclear.
Palavras-chave: Estados Unidos, Rússia, Armas Nucleares, Dissuasão Nuclear, Espectro da Securitizaçao, Análise de discurso político.
Informação do Projeto
2019-09-01
2022-09-30
Parceiros do Projeto
As crianças têm o direito de participar em todos os assuntos que as afetam, expressando livremente a sua opinião e vendo-a respeitada e considerada. A participação de crianças pequenas é essencial para o desenvolvimento de uma cultura de direitos humanos e democracia. Portanto, a participação ativa e a tomada de decisões dos jovens na sociedade devem ser protegidas e incentivadas desde tenra idade. Embora o direito de participação das crianças seja essencial para a qualidade da educação, a sua implementação em educação de infância continua a ser um desafio. Com o objetivo de apoiar uma educação de infância de elevada qualidade com base na implementação do direito de participação das crianças, propomos uma abordagem multinível de desenvolvimento profissional.
Informação do Projeto
2019-09-01
2022-08-31
Parceiros do Projeto
- CIS-Iscte (CED) - Líder
- BRU-Iscte
- HELLENIC OPEN UNIVERSITY - (Grécia)
- Odisee vzw - (Bélgica)
- APEI - (Portugal)
- IPP - (Portugal)
- UNIWERSYTET WARSZAWSKI - (Polónia)
“Realidades Artificiais” constitui-se como oportunidade para fortalecer a relação bilateral entre o ISTAR e o Laboratório de Realidade Virtual (VR-Lab) da Universidade Norueguesa das Ciências da Vida (NMBU). Estas universidades irão trabalhar em conjunto e partilhar experiência e conhecimento de ponta no campo da Realidade Virtual. “Realidades Artificiais” pretende suscitar o confronto entre racionalidade e eficiência, relacionado com as tecnologias virtuais aplicadas ao processo de projeto em arquitetura. A experiência do espaço arquitetónico e o estado de contemplação e deleite do exercício arquitetónico terão aqui uma materialização digital. Como os campos de estudo do ISTAR e da NMBU coincidem, os dois grupos irão trabalhar de forma sinérgica este tema nuclear. No final do projeto expositivo, os resultados serão partilhados sob a forma de publicações.
Assim, a iniciativa visa explorar a forma como as tecnologias de realidade virtual podem permitir: i) aos arquitetos criarem espaços imersivos inovadores que levem os utilizadores a viajar para outras esferas em experiências estéticas; ii) o envolvimento dos utilizadores finais / cidadãos nas discussões sobre projeto urbano e de arquitetura. Neste campo exploratório, o ISTAR quer fortalecer a sua presença nas suas redes internacionais, sendo o NMBU um parceiro de excelência para construir uma forte parceria através de programas de mobilidade, partilha de laboratórios e equipamentos e tarefas de investigação conjuntas.
O ponto de partida do projeto será uma exposição internacional e um seminário de um dia, numa iniciativa enquadrada nos Projetos Associados da Trienal de Arquitetura de Lisboa 2019, com organização do ISTAR, a decorrer no ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa durante a semana de 14 a 18 de outubro de 2019.
Informação do Projeto
2019-09-01
2020-11-30
Parceiros do Projeto
- ISTAR-Iscte
- NMBU - (Noruega)
Página 144
English