Lista de Projetos
Esta é a lista de projetos disponíveis no sistema. Para saber mais detalhes sobre um projeto clique no seu nome ou imagem. Também pode procurar por um determinado projeto na caixa de pesquisa em baixo.
Página 3
The European Union is committed to achieving climate neutrality by 2050, a goal enshrined in the European Green Deal. This ambitious agenda necessitates significant transformations across various sectors, particularly the energy sector, to mitigate climate change impacts and ensure sustainable development. As part of this transition, the concept of a ""twin transition"" refers to the simultaneous shift towards a green economy and digital transformation, posing both challenges and opportunities for industries and their workforce. The energy sector, a cornerstone of Europe's economy, faces profound changes in its operational and employment landscapes due to these transitions. These changes include the phasing out of fossil fuels, increased reliance on renewable energy sources, and advancements in digital technologies. While these developments promise environmental benefits and economic opportunities, they also raise concerns about job security, skills mismatch, and social inequalities among workers. In response to these challenges, the ""Energise!"" project aims to foster a robust social dialogue framework that supports a just transition in the European energy sector. Led by Fiequimetal and supported by a consortium of partners across Europe, including trade unions, employers' associations, and research centers, the project seeks to empower social partners and stakeholders to effectively engage in decision-making processes that ensure fair working conditions and equitable outcomes during the twin transition.
Nas últimas duas décadas, o setor público da saúde em Portugal tem sido marcado por processos de empresarialização da gestão, inspirados nos princípios da New Public Management, que introduziram modelos orientados para eficiência, contratualização e gestão por resultados. Embora a literatura aponte ganhos económicos, persistem lacunas críticas quanto aos impactos destes modelos na qualidade, humanização e eficácia dos cuidados, especialmente em profissões centradas na relação e na proteção de populações vulneráveis, como o Serviço Social Hospitalar.
Este projeto visa analisar de que modo a empresarialização da gestão no SNS, particularmente nas Entidades Públicas Empresariais (E.P.E.) - nomeadamente as Unidades Locais de Saúde (ULS) e os Institutos Portugueses de Oncologia (IPO) - influencia [u1.1] a identidade profissional, a autonomia técnica, a perceção de eficácia assistencial e a qualidade da intervenção do Serviço Social Hospitalar, x[u2.1] considerando também o bem-estar dos Assistentes Sociais. Pretende-se compreender [u3.1] como a experiência em diferentes modelos de gestão ao longo do tempo - incluindo anteriores Parcerias Público-Privadas (PPP) ou administração direta - influencia as perceções atuais dos profissionais que hoje exercem funções em E.P.E., permitindo analisar se a vivência em modelos distintos dentro da mesma organização ou ao longo da carreira contribui para diferenças na identidade profissional, autonomia técnica e perceção de eficácia assistencial.
O estudo adotará um desenho quantitativo comparativo [u4.1], recorrendo a instrumentos validados para avaliar identidade profissional, conflitos éticos, perceção de eficácia, qualidade e humanização dos cuidados, motivação, satisfação e burnout. A análise incluirá técnicas estatísticas multivariadas, visando construir modelos explicativos sobre o papel mediador da autonomia profissional e dos valores ético-deontológicos na relação entre empresarialização e resultados assistenciais.
Espera-se...
Informação do Projeto
2026-03-01
2026-12-31
Parceiros do Projeto
A Revolução dos Cravos (1974-75) implicou o colapso do antigo império colonial Português. A libertação das antigas colónias levou à saída de 500 000 a 800 000 refugiados e 'retornados' de Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, que se deslocaram para Portugal por uma infinidade de razões políticas, económicas e sociais. O Estado português não dispunha do parque habitacional necessário para instalar aqueles recém-chegados. Assim, após soluções temporárias ad hoc e caóticas, o Fundo de Fomento da Habitação (FFH), instituição estatal de promoção da habitação pública, criou a Comissão de Alojamento de Refugiados – CAR, um programa habitacional especificamente destinado para as famílias desenraizadas. O programa CAR reflete a complexidade deste processo de descolonização, falta de habitação, desigualdade social e uma construção de um território pós-revolucionário. Contudo, nunca foi objeto de qualquer estudo específico. O CAR propôs a criação de bairros de habitação pré-fabricadas compradas pela FFH a fornecedores privados, com as autarquias a assegurarem os terrenos para o desenvolvimento e a promovão de obras de urbanização. Durante o seu curto período (1976-1982), com alguns desenvolvimentos concluídos mais tarde, o CAR foi prejudicado por dificuldades burocráticas e técnicas. Ainda assim, produziram-se dezenas de exemplos em todo o Portugal, em contextos urbanos a suburbanos e rurais. Em alguns casos, as habitações do CAR foram também utilizadas para fornecer alojamento adicional para habitantes locais necessitados, misturando refugiados com pessoas de outras operações de realojamento. Apesar da sua ampla distribuição pelo território e do caráter excecional das suas técnicas construtivas e do seu público-alvo, o CAR caiu no esquecimento da história da arquitetura e do urbanismo. Mesmo nos relatos das experiências dos refugiados pós-coloniais, o CAR tem sido muitas vezes subestimado. Existem várias dificuldades no estudo do programa CAR. Ou...
Informação do Projeto
2026-02-23
2027-08-22
Parceiros do Projeto
- DINAMIA'CET-Iscte (CT) - Líder
Este projeto é motivado pelos efeitos nocivos que o assédio e o abuso sexual (SHA) no desporto representa para as atletas femininas, as organizações desportivas e a sociedade. O SHA é um dos principais desafios da política desportiva internacional contemporânea. A cobertura mediática de casos e o crescente número de denúncias de SHA em todos os desportos e níveis também colocou o tema na agenda de diversas organizações internacionais e aumentou o interesse académico.
Informação do Projeto
2026-02-16
2027-08-15
Parceiros do Projeto
- CEI-Iscte - Líder
Culturas Urbanas Radicais [RUC] investiga as ecologias políticas dos entrelaçamentos urbano-alimentares-solo no Antropoceno, no contexto da crise global do solo, examinando o fenômeno emergente do Vinho Natural [VN]. O VN é uma abordagem à vinificação de intervenção mínima, que desafia normas, práticas e imaginários associados à viticultura 'convencional' e à sua cultura ‘industrial’ (Legeron2020), e reúne produtores rurais e consumidores urbanos em uma comunidade global de distribuidores, estabelecimentos e associações. RUC compreende o VN como um fenômeno socioecológico que emerge na interseção de três culturas: 1. Uma ‘cultura do solo’ mais-que-humana (Puig2015), composta por bactérias, fungos, arqueias, insetos, plantas e humanos que compõem seu ‘terroir’ (Pavoni2020) 2. Uma (contra)cultura formada por valores, normas e práticas alternativas ao sistema agroalimentar industrial 3. Uma ‘atmocultura’ urbana criada pelos espaços urbanos onde é consumido (Brighenti&Pavoni2017) RUC entende o VN como: intrinsecamente urbano, por depender de economias politicas, estéticas e supply chains urbanas; e radical, por ser informado por um imaginário ecológico que desafia a ‘gramática de propósitos, meios e valores’ do sistema agroalimentar industrial (Pellizzoni2023:183; Gonzalez&Parga-Dans2023). A cultura urbana radical do VN emerge das circulações e fricções entre as ecologias mais-quehumanas de produção que o compõem, os imaginários alternativos que o alimentam, e as atmosferas urbanas através das quais é consumido. A crise global do solo (FAO2021) resulta da redução exploratória do solo a um recurso inerte para uso e extração humana, sistematicamente ocultando, poluindo e esgotando sua vitalidade ecológica. Se, como mostram os ativistas do solo, forjar futuros habitáveis no Antropoceno exige reimaginar as relações humano-solo além dos paradigmas existentes (Puig2015), isso não é apenas um esforço rural, mas também urbano. As relações urbano-alimentares—onde o sist...
Informação do Projeto
2026-02-16
2027-08-15
Parceiros do Projeto
- DINAMIA'CET-Iscte (CT) - Líder
- IPNA - (Espanha)
- IHC - (Portugal)
Página 3
English