Lista de Projetos

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O projeto ALIGHT irá lançar luz sobre o património vivo da Antártida, construindo ferramentas para favorecer o entendimento da diversidade cultural do continente. A Antártida é o único lugar na Terra sem população humana nativa, demarcações territoriais ou urbanização. A presença humana é historicamente recente, tendo começado há aproximadamente dois séculos. Desde 1960, a ocupação da Antártida por pessoas foi oficialmente regulamentada pelo Tratado da Antártida para ocorrer temporariamente, por rotação sazonal, com foco nas atividades de investigação científica, e condicionada a gerar apenas impactos ambientais mínimos. A cooperação logística entre países e a coabitação de investigadores, militares e profissionais técnicos tornaram-se então fatores determinantes para a coexistência nas estações antárticas. Tais fatores contribuem para o desenvolvimento de um conjunto único de práticas, memórias e expressões culturais, não mencionadas ou incluídas nos discursos e inventários do património cultural global. Mas, considerando todas estas particularidades, afinal, que tipo de património imaterial incorpora a Antártida? Para começar a propor soluções para esta lacuna, buscaremos recolher e analisar dados sobre a intersecção do património cultural e natural na Antártida, mapeando o património imaterial na região e informando direções para estudos futuros.
Informação do Projeto
2024-07-01
2026-08-31
Parceiros do Projeto
The global agri-food system has transformed significantly in recent decades. Supply chains (SCs) have evolved from linear structures into complex networks with dynamic roles and behaviors. These changes have consolidated power among major food processors and retailers, leaving farmers with a smaller share of the added value of their produce [1]. This economic landscape discourages newcomers who see limited growth opportunities. Factors like climate change, the COVID-19 pandemic, and geopolitical events have exposed the vulnerability of Mediterranean food systems, impacting consumers' purchasing power and prompting discussions about policies for more resilient supply chains. This has reinvigorated national dialogues concerning how to best frame our policies and regulatory environment to create more diversified and resilient food SCs [2]. In this context, many rural agri-food economies, especially in MENA countries, struggle due to low incomes, unfavourable environmental conditions, ageing farmers, inefficient agricultural practices, low interest of the younger generation in agriculture, lack of manpower, and limited digital education. These issues affect their livelihoods and lead to land abandonment and degradation. Furthermore, operators located in MENA countries often work under extremely challenging conditions, with inadequate infrastructure, complicated access to credit, limited business growth opportunities, and underdeveloped policy conditions. As the frequency and magnitude of disruptions increase, food organizations of any size and individuals, particularly farmers and smallholders, need to consider a novel range of options and adopt a comprehensive strategy to build resilience and ensure the viability of their businesses and cereal SCs.
Informação do Projeto
2024-06-01
2027-11-30
Parceiros do Projeto
A solução inovadora que o COM4LGD propõe como caminho para um futuro mais sustentável, justo, democrático e inclusivo para a UE e que aborda as duas prioridades é a concentração na cooperação e na comunidade, ou seja, nos cidadãos que se organizam, actuam - e vivem - em conjunto. A comunidade é entendida de três formas: um grupo social cujos membros partilham um contexto material de vida específico; no sentido político de um grupo que partilha o mesmo órgão de governo; e como um grupo intencionalmente unido por um compromisso coletivo com determinados valores fundamentais (em particular, a justiça socioambiental). A construção de comunidades, juntamente com o processo dinâmico de comunhão e de gestão dos recursos comuns (terra, água, conhecimentos, práticas de auto-organização, etc.), encerra um potencial emancipatório de reformulação do sistema de valores e de relações sociais, ao mesmo tempo que visa corrigir as actuais tendências de exploração. Devido à diversidade de formas organizacionais estabelecidas para a sua governação justa, inclusiva e participativa - incorporada na prática quotidiana de fazer as coisas em comum, têm um potencial de transformação radical enraizado no cuidado das comunidades, da vida, do trabalho e da sociedade como um todo (Angelis, 2017).
Informação do Projeto
2024-06-01
2026-05-31
Parceiros do Projeto
O projeto FEED - Fighting for food and gender justice pretende dar visibilidade à liderança e às experiências das mulheres nas suas lutas pela justiça alimentar e a igualdade de género no mundo rural, em especial de mulheres agricultoras envolvidas em projetos coletivos ou que são parte do movimento associativo. Recorrendo à história oral, o estudo recolhe testemunhos de mulheres produtoras e ativas em espaços coletivos, em Portugal, na Galiza e no País Basco, com foco nos territórios caraterizados pela pequena agricultura e do tipo familiar. Os seus principais objetivos são: 1) Sublinhar o papel essencial das mulheres na pequena agricultura e em projetos agro-alimentares inovadores, destacando os seus contributos para a construção de sistemas alimentares e rurais mais equitativos e sustentáveis; 2) Evidenciar as estratégias que as mulheres no mundo rural usam para ultrapassar as barreiras estruturais que enfrentam e como articulam visões alternativas para o futuro da alimentação e do mundo rural; 3) Incorporar as suas perspetivas no debate sobre as transformações dos sistemas alimentares, incluindo uma perspetiva de género.
Informação do Projeto
2024-06-01
2025-05-31
Parceiros do Projeto
A aprovação de uma lei de segurança nacional, fortemente, restritiva de liberdades e garantias em Hong Kong foi a resposta do Governo Central chinês aos maiores protestos anti-governamentais desde a Revolução Cultural, que durante sete meses , de Junho de 2019 a Janeiro de 2020, envolveram a participação de milhões de pessoas nas ruas, ocupações de universidades, e uma inédita greve geral. Acresceu ainda a declaração de pandemia devido à Covid 19 com efeitos que persistem. Ambos os fenómenos, no ano de 2020, alteraram a situação das liberdades e o exercício do jornalismo independente.Nesta acelerada transformação de paradigma, um dos raros projectos que subsistem do boom produzido pelo movimento pro-democracia Occupy Central (2014) é o jornal digital Hong Kong Free Press. Como tal, esta pesquisa propõe-se determinar a estratégia adoptada para subsistir num contexto securitário de criminalização de direitos e de limitações impostas pela emergência de saúde pública. Orientação: Joana Azevedo (CIES-Iscte)
Informação do Projeto
2024-06-01
2027-05-31
Parceiros do Projeto