Lista de Projetos

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O projeto CoSysM3 visa contribuir para o avanço científico na modelação matemática da epidemiologia comportamental, construindo novos modelos híbridos e generalizando resultados e métodos da teoria de sistemas e controlo através da sua aplicação a doenças infeciosas e autoimunes. Os desafios matemáticos a que nos propomos, aplicados a doenças humanas, estão alinhados com os Objetivos 3 e 4 da Agenda 2030 - Saúde e Bem-Estar e Educação de Qualidade. Serão provados resultados teóricos e numéricos, fornecendo soluções para controlar a propagação de epidemias e o tratamento eficaz de algumas doenças autoimunes. Propomos desenvolver uma nova abordagem para a construção de modelos híbridos que permitirá simular cenários epidémicos complexos e o respetivo controlo. O CoSysM3 é um projeto de investigação em Biomatemática, com ênfase em doenças humanas, e contribuirá para a introdução de tópicos de Matemática Aplicada nos 1º, 2º e 3º ciclos de estudo, em alinhamento com o Objetivo 4 da Agenda 2030 - Educação de Qualidade. Serão usadas ferramentas matemáticas para estudar processos biológicos e fornecer soluções ideais para a prevenção e tratamento de doenças humanas. Os principais tópicos de investigação matemática neste projeto são teoria de equações diferenciais (ordinárias, parciais e fracionárias), teoria do controlo ótimo, teoria de sistemas dinâmicos, métodos estatísticos, métodos computacionais e simulações numéricas. Os principais objetivos do projeto são detalhados nas suas quatro tarefas: impacto do comportamento humano no controlo de doenças infeciosas; nova geração de modelos híbridos - autómatos temporais computacionais e sua validação; modelação em multi-escala de doenças autoimunes; controlo ótimo e aplicações a doenças humanas. No CoSysM3 pretende-se estudar a inclusão do comportamento humano nos modelos epidemiológicos. Novos desafios se impõem no controlo da transmissão de doenças devido a mudanças comportamentais na população. Um exemplo é a recusa em vaci...
Informação do Projeto
2023-03-01
2026-04-30
Parceiros do Projeto
Há profissões como a arquitectura onde, apesar de tudo o que as mulheres conquistaram, uma hegemonia masculina persiste e não é muito permeável a revoluções de género. Este projecto exploratório visa identificar e descrever a luta das arquitectas na África de língua portuguesa pelo reconhecimento e representação da carreira, como consequência das desigualdades herdadas do passado colonial. A investigação tem continuamente colocado perguntas como: Quem eram as arquitectas que trabalhavam nos antigos territórios coloniais portugueses em África? Qual era a sua origem étnica? Qual era a sua origem profissional e educativa? Quais eram as suas lutas pelo reconhecimento profissional? Com a independência destes novos países, que papéis assumiram estas mulheres arquitectas? O projecto procura preencher uma lacuna na história dos países africanos colonizados por Portugal – Cabo Verde, Guiné-Bissau, S. Tomé e Príncipe, Angola, e Moçambique – abordando a condição das arquitectas precursoras entendidas como as primeiras profissionais a trabalhar nestes territórios. A oferta de trabalho durante o domínio colonial foi limitada às Obras Públicas Coloniais e aos escritórios familiares. A transição para a independência traria novidades, tais como programas de cooperação e a reforma dos serviços públicos. A investigação considerará estas mudanças na profissão e na cultura arquitectónica, questionando a forma como as mulheres sobreviveram e emergiram em condições de extrema vulnerabilidade laboral, no entanto, por vezes impondo-se pela falta de técnicos. O projecto irá registar 2 períodos históricos: 1953-1974, definidos pelo colonialismo tardio (desde a chegada da primeira arquitecta em África, até à independência africana); 1975-1985, caracterizado como o período pós-independência (a partir da transição governamental, até à primeira mulher formada no curso de Arquitectura na Universidade Agostinho Neto, em Angola). Diferentes tipos de carreiras serão abordados nesta linha cronológica...
Informação do Projeto
2023-03-01
2024-08-31
Parceiros do Projeto
Os efeitos negativos da institucionalização no funcionamento da criança, especialmente em bebés e crianças pequenas, estão bem documentados, assim como a capacidade de recuperação após o Acolhimento Familiar (AF). No entanto, em Portugal, em 2020, apenas 3% das crianças com medida de promoção e proteção de colocação fora da família de origem, estavam em AF. Em resposta ao apelo Europeu em prole da desinstitucionalização, a lei portuguesa de 2019 veio privilegiar o AF como a principal resposta alternativa para crianças até aos 6 anos de idade. Nesse sentido, iniciou-se, na área metropolitana de Lisboa, um considerável processo de recrutamento, formação e seleção de famílias de acolhimento (FA).Esta mudança para um sistema de AF é exigente, envolvendo serviços altamente especializados para responder às necessidades das FA e das crianças acolhidase, dessa forma, assegurar a sustentabilidade desta resposta social. O desenvolvimento de Modelos de Práticas no Sistema de Promoção e Proteção (MPSPP) pode ser uma solução, por contribuírem para a melhoria da qualidade e reforço da consistência na intervenção. Face à inexistência desse tipo de modelos para o AF em Portugal, o Modelo Integrado de Acolhimento Familiar (MIAF) tem vindo a ser desenvolvido. O MIAF abrange todo o continuum do AF, desde o recrutamento, seleção, avaliação e formação de FA (módulo 1), ao exercício do AF e à transição da criança para um projeto de vida permanente (módulo 2). Esta proposta dá continuidade aos resultados promissores do primeiro estudo piloto e ao processo inicial de implementação do MIAF em curso, tendo por base a investigação sobre inovação social e avaliação de programas.Antes da total implementação de um MPSPP e de testar a sua eficácia, é fulcral proceder à avaliação de processo (i.e., fidelidade) e à avaliação de resultados, para que os ajustamentos necessários possam ser realizados antecipadamente. A investigação sobre avaliação de processo sugere que uma resposta social inovadora r...
Informação do Projeto
2023-03-01
2026-07-31
Parceiros do Projeto
  Perceived exploitative working relationships are not a problem of a bygone era nor are they confined to developing countries, but rather the current pandemic spotlights how organizations are treating their employees as survival becomes the imperative. At what cost? Maria Grazia Giammarinaro (U.N. special rapporteur) reports that “the abuse of vulnerable workers - such as those deemed as essential - had increased “alarmingly” due to COVID-19, leaving many facing starvation and forced to accept exploitative conditions” (Reuters, July 30, 2020). Moreover, last year, the World Health Organization (WHO) and International Labor Organization (ILO) concluded that long working hours kill hundreds of thousands of people a year from stroke and ischemic heart disease. Combined with the increasing use of new forms of work, outsourcing, technology advancements, less legal regulation, COVID-19 has added fertilizer to ripening conditions for organizations to exploit its employees. Consequently, this fast-paced and uncertain context coupled with the ongoing COVID-19 situation fuels a conductive environment for organizational mistreatment – organizations acting malevolently towards their employees in order to survive or thrive. One of these forms of organizational mistreatment is organizational exploitation. Drawing on seminal works in political economy and sociology, recent literature defines exploitation as employees' perceptions that they have been purposefully taken advantage of in their relationship with the organization to benefit the organization itself. Specifically, these perceptions of exploitation include: the organization uses and mistreats the employees, forces them into a contract that solely benefits the organization, does not compensate them adequately despite expecting employees to go to work at any time, does not provide job security and can dismiss employee at its convenience, uses employees’ ideas without asking or acknowledging and, does not care if it harms ...
Informação do Projeto
2023-03-01
2026-02-28
Parceiros do Projeto
Prestação de serviços no âmbito do Plano de Marketing Territorial para Mangualde.
Informação do Projeto
2023-03-01
2023-06-30
Parceiros do Projeto