Artigo
-
Público
Se a fast fashion já era rápida, a ultra sónica Shein coloca seis mil novas peças por dia na loja online. Como é que esta gigante prende jovens preocupados com o ambiente numa teia de consumismo?
(Declarações de Sandra Loureiro)
Artigo
-
Público
O que torna uma marca cool? “A irreverência, a transgressão, o fugir à norma”, diz estudo
Entrevista
-
Jornal Económico
Sandra Loureiro, professora do ISCTE e especialista em marketing, juntamente com três professores universitários norte-americanas, produziram o estudo “Brand Coolness”, que indica que as marcas ‘cool’ são as que alcançam maior sucesso e desafiam as normas. Mas nem todas as marcas de sucesso são ‘cool’. O que são marcas ‘cool’? É o que Sandra Loureiro explica nesta Fast Talk da JE TV.
Artigo
-
Dinheiro Vivo
Apostar na irreverência e originalidade são estratégias-chave para o marketing de uma marca.
Notícia
-
Público
Mesmo que não conheça a “taxa rosa”, se for mulher, esta tem impacto na sua vida. No consumo, a desigualdade pode começar na infância e chegar à vida adulta, com as mulheres a consumirem mais, a consumirem produtos específicos e a fazê-lo mesmo ganhando menos. Mas há alternativas.
Podcast
-
Antena 1
Programa "Uma Noite em Forma de Assim", com participação, entre outros, de Sandra Loureiro, da Iscte Business School que falou sobre a irreverência associada às marcas e em como estas podem estar associadas a produtos, serviços , mas também a pessoas (o indivíduo como marca), como era o caso do António Variações.
Comentário
-
website
Artigo na revista Grande Consumo N.º 91, com declarações de Sandra Loureiro, Professora de Marketing da Escola de Gestão do Iscte (pág. 48 e seguintes)
Análise
-
Público
A época festiva é uma oportunidade de usar as tradições para ensinar sobre os valores do Natal aos mais pequenos. Ainda que algumas destas tradições já não tenham uma base cristã, mas, sim, comercial. Dizem os velhos do Restelo que o Natal já não é o que era. Estão certos. Agora, há elfos a surpreender as crianças todas as manhãs, famílias com pijamas a combinar e jantares de grupo com camisolas decoradas com renas, bonecos de neve e até luzes cintilantes. Mas “a festa do Natal” está viva e deixa-se contaminar pelos tempos, mantendo a base cristã que a motivou, e também incorporando tradições vindas de ímpetos comerciais.
O Pai Natal, inspirado no São Nicolau, que tantas crianças esperam na noite da consoada, é uma invenção comercial da Coca-Cola, lembra Sandra Loureiro, professora de marketing de consumo do Iscte, em Lisboa. “A Coca-Cola apropria-se da imagem do santo e coloca-o com uma roupagem vermelha que favorecia a marca.”
English